Cada solicitação de um paciente durante a internação — de um travesseiro a uma dúvida sobre horários — é um ponto de contato que define sua experiência com o hospital. Entenda o que realmente influencia essa jornada e como a tecnologia pode ajudar a melhorá-la.
Experiência do paciente não se resume a atendimento cordial ou pesquisa de satisfação no final da internação. Ela é construída em cada interação: o tempo para conseguir ajuda, a clareza das informações recebidas, a facilidade para solicitar algo, a velocidade de resposta e a sensação de estar sendo cuidado.
Transformar essas interações em dados ajuda o hospital a identificar os principais motivos de contato, os horários de maior volume, o tempo médio de atendimento e os gargalos que hoje são invisíveis para a gestão.
Quanto tempo o paciente espera entre pedir ajuda e ser atendido — e se ele sabe o que está acontecendo enquanto espera.
Se o paciente entende para quem pedir cada tipo de ajuda, sem precisar adivinhar ou insistir com a equipe errada.
Se abrir um pedido exige esperar alguém passar pelo quarto ou pode ser feito a qualquer momento, por um canal simples.
Se a qualidade do atendimento depende de qual profissional está de plantão naquele turno.
Na Santa Casa de Misericórdia de Passos (MG), entre agosto de 2024 e abril de 2025, solicitações que antes levavam de 16 a 22 minutos para chegar ao setor correto passaram a levar entre 3 e 10 minutos com o uso da MOARA como concierge digital — reduzindo a espera do paciente e dando à equipe mais visibilidade sobre cada pedido.
Resultado observado nesse piloto específico; a magnitude do ganho varia conforme o hospital e o processo já existente.
Leia o case completo →É a percepção do paciente sobre toda a sua jornada no hospital — não só o atendimento clínico, mas o tempo para conseguir ajuda, a clareza das informações, a facilidade para solicitar algo e a sensação de estar sendo cuidado.
Reduzindo o atrito da jornada: facilitando como o paciente pede ajuda, diminuindo o tempo de resposta e garantindo que cada solicitação chegue à pessoa certa. Tecnologia de atendimento beira-leito, como a MOARA, ajuda a medir e reduzir esse atrito.
Registrando cada solicitação do paciente como um dado — horário do pedido, setor responsável e horário da resolução. Isso permite calcular tempo médio de resposta por tipo de demanda e identificar gargalos.
Oferecendo um canal simples e sempre disponível (como WhatsApp) para que o paciente ou acompanhante possa pedir ajuda ou tirar dúvidas sem depender de encontrar um profissional disponível fisicamente.